Um pastor, de 37 anos, é suspeito de violentar sexualmente pelo menos duas adolescentes, 15 e 17 anos, em uma igreja evangélica, localizada no bairro Redenção, Centro-Oeste de Manaus. Os crimes eram praticados desde 2008, segundo a polícia.
O homem teve a prisão preventiva decretada, na quinta-feira (30), e prestou depoimento nesta sexta (31) na Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente do Amazonas (DEPCA). Ele foi detido em frente ao templo da igreja e resistiu à ação policial.
De acordo com a delegada-adjunta da DEPCA, Raquel Sabat, os casos de estupro chegaram à polícia por meio de denúncias feitas no começo do mês de agosto. A delegada informou ainda que o pastor chegou a denunciar, na semana passada, um adolescente, que segundo ele, teria violentado uma jovem da congregação. A vítima negou a versão contada por ele e denunciou o pastor como autor dos crimes.
A segunda adolescente vítima do homem resolveu denunciar os estupros praticados pelo pastor ao tomar conhecimento da ação do líder evangélico. Os aliciamentos, segundo as vítimas, ocorriam deste de que elas tinham 14 anos.
A delegada disse ao G1 que uma das adolescentes afirmou, em depoimento na delegacia, ter assistido a um vídeo onde um menino de 11 anos aparece sendo estuprado pelo pastor. Ainda segundo relatos da jovem, o evangélico usou um cabo de vassoura para violentar a criança. A delegada afirmou que o garoto já foi identificado e que ele e outras testemunhas serão ouvidas. A polícia acredita que mais crianças possam ter sido vítimas do criminoso.
As jovens participavam de ações na igreja e eram obrigadas a aceitar a ação do pastor. Elas disseram que recebiam ameaças e que ele usava uma arma para intimidar as vítimas.
Segundo a delegada, as famílias e as adolescentes passam por apoio psicológico e uma delas está incluída no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas no Amazonas (Provita/AM).
O pastor será encaminhado para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus. Ele vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável.
Página virtual destinada a demonstrar que muitos (apesar de aparência em piedade) estão errados e enganam um povo, incauto e inconstante, que não busca a DEUS, mas, querem resolver problemas desta vida terrena... são evangélicos, católicos, espíritas, e mais uma infinidade de seitas e religiões!
Casado, pastor engravida adolescente de 16 anos
A Polícia Civil vai investigar o pastor evangélico César Antônio Caetano, 61, acusado de abusar sexualmente e de engravidar uma adolescente de 16 anos, em Araxá, na região do Alto Paranaíba. Segundo o delegado Luiz Antônio da Costa, responsável pelo caso, o próprio pastor confessou que os abusos aconteciam há dois anos, mas o pai da jovem descobriu o abuso na quinta-feira passada e denunciou o pastor em seguida.
O pai da estudante contou que, na semana passada, a mãe da adolescente disse a ele que a filha estava grávida de dois meses, mas não queria assumir o filho nem revelar a paternidade. "Ela confessou depois que a gente insistiu muito para ela contar que se encontrava com o pastor frequentemente e, inclusive, que ele já sabia que o filho era dele", disse o pai da jovem, um pedreiro de 41 anos.
O homem registrou um boletim de ocorrência no 37º Batalhão de Polícia Militar e na Delegacia Regional de Araxá. Uma equipe de investigadores da Polícia Civil localizou o pastor em casa, no centro da cidade, de onde ele foi levado até a delegacia para prestar depoimento – ele foi liberado.
Segundo o delegado Luiz Antônio Costa, os abusos aconteciam na casa do pastor, que é casado e pai de três filhas. "O pastor confessou que manteve relações sexuais com a menor e disse que se encontrava com a menina normalmente depois que os trabalhos de faxina dela terminavam na igreja", disse. Ainda segundo o delegado, o pastor disse que não obrigava a jovem a se relacionar com ele. O pai da adolescente confirmou a informação.
A Polícia Civil vai pedir agora um exame de DNA para comprovar a paternidade do filho da adolescente. Nesta semana, a jovem deverá ser ouvida pelo delegado Luiz Antônio para confirmar sua versão da história.
Silêncio
A reportagem tentou contato como o pastor e com a igreja Assembleia de Deus da Missão, onde ele trabalha. Apesar disso, ninguém foi encontrado para comentar o caso.
Divulgação: Web Evangelista
O pai da estudante contou que, na semana passada, a mãe da adolescente disse a ele que a filha estava grávida de dois meses, mas não queria assumir o filho nem revelar a paternidade. "Ela confessou depois que a gente insistiu muito para ela contar que se encontrava com o pastor frequentemente e, inclusive, que ele já sabia que o filho era dele", disse o pai da jovem, um pedreiro de 41 anos.
O homem registrou um boletim de ocorrência no 37º Batalhão de Polícia Militar e na Delegacia Regional de Araxá. Uma equipe de investigadores da Polícia Civil localizou o pastor em casa, no centro da cidade, de onde ele foi levado até a delegacia para prestar depoimento – ele foi liberado.
Segundo o delegado Luiz Antônio Costa, os abusos aconteciam na casa do pastor, que é casado e pai de três filhas. "O pastor confessou que manteve relações sexuais com a menor e disse que se encontrava com a menina normalmente depois que os trabalhos de faxina dela terminavam na igreja", disse. Ainda segundo o delegado, o pastor disse que não obrigava a jovem a se relacionar com ele. O pai da adolescente confirmou a informação.
A Polícia Civil vai pedir agora um exame de DNA para comprovar a paternidade do filho da adolescente. Nesta semana, a jovem deverá ser ouvida pelo delegado Luiz Antônio para confirmar sua versão da história.
Silêncio
A reportagem tentou contato como o pastor e com a igreja Assembleia de Deus da Missão, onde ele trabalha. Apesar disso, ninguém foi encontrado para comentar o caso.
Divulgação: Web Evangelista
Igreja Universal é condenada a devolver doações
"Promessas extraordinárias" eram feitas ao incapaz na igreja, em troca de doações financeiras e dízimo
"A instituição religiosa que recebe como doação valor muito superior às posses do doador, sem a devida cautela, responde civilmente pela conduta desidiosa". Com esse entendimento, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a devolver a um fiel, pelo fato de ser incapaz, todos os dízimos e doações realizadas desde 1996, em valor a ser apurado em liquidação de sentença. A igreja foi condenada também a indenizar o incapaz por danos morais em R$ 5 mil, por maioria de votos.
Conforme laudo pericial psiquiátrico, o fiel é portador de enfermidade mental de caráter permanente. Segundo consta do processo, em que é representado por sua mãe, o incapaz passou a freqüentar a Igreja Universal em 1996, onde era induzido a participar de reuniões sempre precedidas e/ou sucedidas de contribuição financeira.
As colaborações passaram a tomar todo o seu salário ? ele trabalhava como zelador ? e, em virtude do agravamento de sua doença, foi afastado do trabalho, quando então passou a emitir cheques pré-datados para fins de doação à igreja. Ele ainda tomou empréstimo junto a instituição bancária e vendeu um lote por um valor irrisório, tudo para fazer doação à instituição religiosa.
Segundo a petição inicial, "promessas extraordinárias" eram feitas ao incapaz na igreja, em troca de doações financeiras e dízimo. Teria sido vendida a ele, por exemplo, a "chave do céu". A inicial narra também que qualquer pessoa que tentasse lhe mostrar ou argumentar que ele estava sendo enganado era denominado de "demônio", contra o qual tinha que lutar, segundo lhe foi dito e ensinado na pregação dos pastores da igreja. Sua mãe, então, era o principal "demônio".
O juiz da 17ª Vara Cível de Belo Horizonte ponderou que a incapacidade permanente do fiel só se deu a partir de 2001, quando houve sua interdição. Dessa forma, entendeu que a igreja não poderia restituir valores de doação anteriores àquele ano, motivo pelo qual estipulou em R$ 5 mil o valor que deveria ser devolvido. O juiz de 1ª Instância condenou a igreja também a indenizar o fiel em mais R$ 5 mil, por danos morais.
A igreja e o incapaz recorreram ao Tribunal de Justiça. O desembargador Fernando Botelho, relator do recurso, entendeu que a interdição do incapaz apenas veio confirmar situação pré-existente. Segundo o relator, não há dúvidas de que, "mesmo antes de 1996, ano em que o autor passou a freqüentar as dependências da igreja e a fazer-lhe doações, já apresentava grave quadro de confusão mental, capaz de caracterizar sua incapacidade absoluta, já que, no laudo pericial, restou consignado que ele não reunia discernimento suficiente para a realização dos atos da vida civil".
Considerando que o fiel não tinha "condições de manifestar, à época dos fatos, livremente a sua vontade, já que à mesma época (quando da emissão dos cheques de doação à igreja) apresentava discernimento reduzido, os negócios jurídicos ali realizados são nulos", concluiu o relator.
Dessa forma, a igreja foi condenada a restituir ao incapaz o valor integral das doações feitas, desde 1996, a ser apurado em liquidação de sentença, tendo o relator sido acompanhado, nesse ponto, pelos desembargadores Alberto Henrique e Barros Levenhagen.
O relator confirmou também a indenização por danos morais, no que foi acompanhado apenas pelo desembargador Alberto Henrique, ficando parcialmente vencido o desembargador Barros Levenhagen, que havia excluído a indenização por danos morais.
Processo nº: 1.0024.03.965628-5/001
Expresso da Notícia
Eleições e compra de púlpito: Governo do MT doa caminhonete a pastor da Assembleia de Deus
A caminhonete, que pertencia a Casa Militar, custa R$ 94.800,00, de acordo com o documento 077/2012 referente a doação.
Trata-se de uma doação ilegal porque a laicidade do Estado determinada pela Constituição impede esse tipo de favorecimento a uma denominação religiosa. Além disso, em ano de eleições o presentinho levanta a suspeita de ter havido um toma-lá-dá-cá.
O caso merece a atenção do Ministério Público. Zílio precisa aprender a não fazer agrado a pastor com o dinheiro dos contribuintes.
Genizah
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